Thursday, June 12, 2008

Era uma vez uma andorinha...


Hoje pela tarde, quando passa pela cozinha para ir comer mais um damasco oiço um barulho no exaustor, parvoiçe minha dou umas pancadas neste, para ver se passa, la passou durante um bocado. Passado mais uns 20 minutos depois de um golo da Croacia contra, voltei ao ataque aos damasco, oiço o mesmo barulho no mesmo sitio, desta vez ligo o exaustor só que este não liga, bem desliguei e esperei que a minha mae chega.se e fui acabar de ver o jogo.

Entretanto ela chega e esta a fazer o jantar, entretanto e ja me tinha esquecido disto tudo. Ela chama.me e diz que a ventoinha do exaustor esta a mexer e eu digo lhe o que se tinha passado, diz me que pode ser um passaro que esta la dentro, eu ja tinha tido essa ideia de quando fui ligar o exaustor.

Bem eu abro a caixa do exaustor e vejo la uma andorinha, toda enrolada em si e de olhos fechados, por ter estado la dentro fechada e se conseguir libretar. A minha mae pega nela e num alguidar de agua mergulha ela na agua para lhe dar banho e acordar ela, é claro que ela acordou logo de seguida e imagino que com a sede que estava fartou-se de beber tanta mas tanta agua e ficou toda lavada.

Com isto decido ir ao sotão, ja que estava a vizinha do resto chao no quintal a assar peixe ou carne (coisas que eu acho nojentas), nao sei nem quero saber. Mas vou la com ideia de libertar a andorinha, deixo ela em cima do telhado e nao é que para minha supresa ela fica ali de assas abertas parada sem voar, a minha mae diz me para eu deixar ela ali, que ela estava a repousar e a ganhar forças para voar.

Vou jantar, janto a presa como uma criança só para ir ver se a andorinha ainda la estava, sim ainda la estava e fiquei de bocada aberta, pensei para comigo, nao pode ser ela deve ter alguma coisa. Passei os dedos pelo fragil corpo da ave e vi que as penas estavam cheias de gordura do exaustor. Fui lhe perparam um banho para lhe limpar como deve ser para depois ela voltar a sua vida de andorinha.

A mae chega, diz me para pegar nela e por junto a beirinha da varanda e empurar ela, que ja tinha descansado.

Por fim empurrei ela e ela felizmente la conseguiu pegar voo e eu fiquei ela a voar para ai uns dez minutos, notei que voltou a sua vidinha e que conviveu logo com as suas companheiras.

Espero que ela me volte a visitar mas desta vez de uma maneira mais comoda para ela.

Sunday, March 2, 2008

São horas de jantar

O relogio marca nove horas, nesta altura do ano a noite já vai longa. A comida esta pronta, o gato olha para a panela. Eu meto a mesa, o radio ja esta ligado, passa a musica do momento, vou buscar o prato os talheres por fim a toalha. Despecho a comida para o prato. O gato espreita para a panela para comer os restos. Arrasto-me ate a cadeira. Olho para o relogio ainda só passaram cinco minutos. Da rua vem em gritos, abafados pela escuridão da noite. A mesa ja esta composta. Eu a faca, o grafo a comida no prato, o gato dentro da panela.

Friday, December 14, 2007

Jogos a beira mar

"La iamos nos a caminho para mais um show. Daqueles que só nos gostamos, de punk rock, puro e duro, assim o feeling ter mais a sua razão de existir. No radio as nossas musicas favoritas enquanto ouviamos elas, estavamos a conversar sobre futebol. Para nao fugir a regra. Ou sobre as novidades na cena do hardcore. A meio do caminho começa a passar aquele punk de praia, ambos paramos a conversa de futebol e assim do nada começamos a fazer air guitar e headbang e o corninhos com as mãos e rir.
Voltamos a falar de o quanto era bom ser puto não ter responsabilidades. Mas nos ficamos velhos. E com isso vem certas coisas da vida. Como ficar mais chatos.
Mas olhamos um para o outro e dizemos fodase. Queremos é praia, gaijas e bebadeiras. É claro que aumentamos mais o volume e os corninhos a metal voltaram a surgir.
Sim nós somos os reis da merda desta estrada.
Oculos de sol postos. As tatuagens a mostra. Sem medos. Nos sabemos bem como é. Lembrei de uma que tenho na barriga a dizer Hardcore, sempre que vou a praia dar um certo ar de manfias la do sitio. É claro que as outras támbem nao ajudam. Ou seja somos uns bandidos de primeira mas no fundo com bom coração que apenas querem espalhar o seu charme de quem ja viveu algumas coisas por esta vida fora.
Eu abro o vidro do carro. Que se lixe o calor, é mesmo assim. Já que estamos numa de fazer maluquises vamos andar de vidros abertos. Ele so se ri, com esta situação. E eu viro a cabeça para trás e vejo um sticker dos black flag colado no vidro de tras. E lembramo-nos do filme que foi so para roubarmos aquele sticker. Numa loja de musica a que fomos com o pessoal. E decidimos roubar enquanto havia um que dava conversa ao homem do balcão. E nos desatamos a correr pelo centro comercial em altos berros e a dizer uma carada de palavrões em plenos pulmões abertos.
O quanto rimos a porta do centro a ver se viamos os seguranças. Depois fomos embora e la colaste isso no vidro do carro.
Somos mesmos os maiores.
Sempre que saimos ha sempre cegada, em parques de estancionamento, a comer aqueles bolos quentes. Em que nos davam volta ao estomago. E tinhamos que ir so a um bar para entrar na casa de banho. Mas que tempos foram esses. Eramos completamente loucos.
Muitas vezes tivemos que deixar sitios e grandes amizades para trás porque o tempo nunca era suficiente para conversamos e dar mais gargalhadas.
Mas essas amizades e gargalhadas vao sempre ficar no nosso coração e permanecer ate ao fim dos dias, como nunca vamos mudar.
Bem la chegamos ao nosso destino"

Monday, November 19, 2007

Uma viagem pela capital.



"Chego as 8 horas da manha a capital de Portugal, Lisboa. Depois de uma viagem de comboio, que durou umas belas 10 horas de paisagens e conversas com os outros passageiros que partilhavam comigo a mesma carruagem. Fizemos logo amizades que iriam durar para toda a vida, as pessoas que vinham comigo eram tambem Portuguesas como eu. Só que nestes ultimos anos tenho tado afastado do país por motivos profissionais e só agora é que tive tempo de voltar a Lisboa. Ver como se encontra a cidade e a minha que ainda tenho na baixa, nos restauradores. Logo que chego a primeira coisa que faço é comprar o jornal do dia, para ver o que se passa nesta terra a beira mar plantada, que é das mais bonitas e mais mal aproveitadas de sempre.


Leio que mais uma vez os impostos vão aumentar que é preciso diminuir o defice e o orçamento do estado esta ai a porta. Os Portugueses vão ter mais dificuldades em viver, que o salario minimo não vai aumentar, enquanto que na outra pagina vem o ordenado de um administrador de uma grande empresa a nivel nacional que em apenas num mês recebe o rendimento de varias familias num só ano. Penso que quem vai pagar mais imposto é o pobre que recebe um ordenado miseral e o rico consegue escapar aos impostos porque conheçe o sistema e o director das finanças e mais uns quantos.


Entretanto no metro oiço que o preço dos bens ensenciais vao aumentar. O pão aumenta. O povo paga imenso pela agua. A agua devia ser de graça e o pão a um preço razoavel. A comida e o leite aumenta tudo e o ordenado minimo nem pensar. Enquanto oiço estas conversas de circunstancia noto que o metro não tem seguranças nem policiamento. Estamos numa capital europeia nem segurança nem policiamento. As caruagens sujas e riscadas de tags e graffitis. Ao ver este cenario sinto.me desconfortavel a andar no metro. Saio numa estação mais escura. Nem sinais da policia se fosse assaltado ficava no chão estendido ou morria.


Olho para o relogio, vejo que já esta na minha hora de me alimentar. Escolho uma companhia de fast food num centro comercial recente, cheio de jovens que faltam as aulas. Os pais não se devem preocupar muito com a educação deles, pois estão a trabalhar por um ordenado minimo que mal da para se alimentarem e mal tem em tempo para estar com os miudos porque saem de casa logo de madrugada e chegam pela noite depois de filas de transito ou horas em transportes publicos. O ministerio da educação em vez de cativar os miudos a ficar na escola, anuncia que se pode passar de ano se chumbar com faltas ou se der um numero de faltas ainda por passar de ano, mais um incentivo a vadiagem e ao desintrese por alguma coisa.


Enquanto como um hamburger cheio de calorias que parece uma bomba para o meu coracção, vejo imigrantes a limpar a nossa porcaria por uns miseros testões.
Oiço que vai ser construido outro centro comercial. Mais fast food. Mais um passatempo favorito do nosso país ir para centros comercais.
Entretanto mais um serviço de urgencias é fechado, as pessoas que estão doentes tem em de precurer mais de 100 km para ser atendidas. Penso que mais vale ficar doente.
A volta do centro comercial, uma multi.nacional vai plantar arvores bebes numa tentativa de planeta verde, enquanto reina a lei do betão e as emisoes de co2 do centro ninguem quer saber.
Publicade na tv, mais de meia hora só para se ver um programa na tv.
As pessoas andam pela rua sem interese por alguma coisa. O preço da musica e livros e extramente caro para as nossas carteiras. A mesma coisa para espetaculos de nivel cutural. Nas escolas não é feito nada a este nivel. As crianças não tem em valores nem crenças.
Os livros vão ser queimados ou comidos pelas traças.
Enquanto sobe a rua para chegar a minha casa digo Ola a uma velhota que é extremante simpatica e fazia-me uns cozinhados incriveis, no tempo em que vivia por ca.
Entro em casa. Penso para mim que pessoas simpaticas, continuam iguais, as ruas e paisagens na mesma."

É apenas ficção.



Saturday, September 22, 2007

Monstros de baixo da cama

- Olha! Acende a merda da luz.
- Achas mesmo que devia?
- Acho que sim estamos aqui e nao vemos nada, era melhor, assim ele fugia para debaixo da cama e saiamos daqui nao?
- Nao sei. Se ele vai para debaixo da cama nao sei se conseguimos apanhar ele.
- Faz como te digo, acende a luz.
- Nao ligo nada a luz. Prefiro que ele ande a solta. Assim nao tenho tanto medo e ele ja nao me apanha.
- Mas ja repareste no que estas a dizer?
- Hummm nao sei.
- Entao dizes que era melhor ficar com a luz acesa? Mas nao queres apanhar o monstro para conseguires dormir?
- Quer quero. Mas tambem quero a luz apagada.
- És estupido! Acende a luz para ele ir para de baixo da cama com medo.
- Nao! Nao quero!
- Nao queres? O que? Queres continuar a ter medo a noite é isso?
- Nao quero apanhar ele. Tenho medo dele.
- Deixa.te de mariquises e vai ligar a luz, para sairmos daqui da varanda enquanto que o monstro anda a solta no teu quarto. Ja viste no estado em que ta o teu quarto?
- Nao esta muito famoso mesmo.
- Pois nao, esta um caos.
- Sim, mas deixa tar, desde que ele nao venha para a varanda estou bem.
- Se queres estar bem vai acender o raio da luz.
- Mas porque nao vais tu?
- Olha que vou mesmo. Ja que tu estas ai cheio de medo. So falta mijares as calças do pijama.
- Cala.te idiota!
- Ves ja acendi a luz. Olha como ele foge para debaixo da tua cama. Oh mijao.
- Eu vi.lhe a cauda! Era tua grande, maior do que o teu braço.
- A serio? Nao haja duvidas, ele é um monstro muito grande e bom, nao te consegue deixar dormir a tres noites, a ti e a mim que nao durmo com os teus berros!
- Nao sejas assim comigo, tu sabes que ainda sou pequeno e tenho medo destas coisas. La por seres mais velho um ou dois anos nao quer dizer nada.
- Quer sim. Pelo menos nao mijo na cama.
- Cabrao!
- Olha anda para cima da cama, que vou buscar o lençol e a lanterna, para ver se apanhamos ele.
- Vai vai rapido. Que ouvi a voz dele.
- Ele fala?
- Acho que disse para nao lhe fazermos mal.
- Mal? Que mal? So vamos apanhar ele.
- É que ele ta com medo.
- E tu tambem estas. Que coisa.
- Sim estou. Mas ele, esta com mais. Ele diz que nao faz as coisas por mal. Que ainda é pequeno como eu.
- Pequeno em que? De pequeno nao tem nada!
- Sabes? Ele nao quer ser apanhado.
- Mas tem que ser, senao nao dormes e depois nao durmo eu por tua culpa.
- Nao deixa estar ele.
- Deixo nada, ja viste o espaço que ocupa debaixo da cama?
- Apaga o raio da lanterna senao assustas ele ainda mais.
- Pronto eu apago.
- Ves ele agora ja esta mais calmo.
- O que ves no monstro? Ele nao te deixa dormir.
- Olha! Ele esta a mostrar a cabeça.
- Atira.lhe o lençol! Rapido!
- Nao! Nao lhe vamos fazer mal. Quero ficar com ele! Ele é fofo e quer ser nosso amigo.
- Mas queres mesmo? Ele vai te deixar dormir? E os pais?
- Nao quero saber! Vou ficar com ele e cuidar dele. Porque ele vai cuidar de mim. Ele nao me deixava dormir porque tinha fome e queria atençao.
- Pronto fica la com o bicho. Mas se acordas a meio da noite ja sabes o que te espera.
- Sim fica descansado que nao vai acontecer.
E disse ao ouvido do monstro. "Nao te preocupes com ele. Tu sabes que vou cuidar muito bem de ti e dar-te comida ate ficares gordo como uma bola. Vais ser o meu monstro gordo e vamos ser os melhores amigos para sempre.
E foi.se deitar abraçado ao monstro.

Friday, September 7, 2007

Get back Heide...







Wednesday, September 5, 2007

Esta musica é o amor....

Josie's on a vacation far away
Come around and talk it over
So many things that I wanna say
You know I like my girls a little bit older
I just wanna use your love tonight
I don't wanna lose your love tonight

I ain't got many friends left to talk to
Nowhere to run when im in trouble
You know I'd do anything for you
Stay the night - but keep it under cover

I just wanna use your love tonight
I don't wanna lose your love tonight

Try to stop my hands from shakin'
Somethin' in my mind's not makin' sense
It's been awhile since we've been all alone
I can't hide the way I'm feelin'

As you leave me please would you close the door
and don't forget what I told you
Just 'cause you're right - that don't mean I'm wrong
Another shoulder to cry upon

I just wanna use your love tonight
I don't wanna lose your love tonight
Yeah
I don't wanna lose your love tonight
I just wanna use your love tonight
I don't wanna lose your love tonight
I just wanna use your love tonight
I don't wanna lose your love tonight
lose your love
lose your love
lose your love
yeah
lose your love
I don't wanna lose your love tonight
I don't wanna lose your love tonight
I don't wanna lose your love tonight
I don't wanna lose your love tonight

Acho que é um amor de musica.